YouTube Music chega ao Brasil junto com versão sem anúncios do YouTube

O YouTube Music, rival do Spotify, chega ao Brasil nesta terça-feira, 25 de setembro, oferecendo acesso ao acervo de músicas e videoclipes publicados na plataforma online do Google. Com versão paga a partir de 16,90 reais ao mês, o serviço permite a reprodução de músicas offline, em segundo plano e sem anúncios. Ele tem versões para smartphones Android, iPhones e também para a web.

O aplicativo tem uma tela que muda cada vez que você o acesso, seguindo suas preferências e variando conforme o horário do dia. Há uma aba de descobertas e lançamentos, bem como um recurso de reprodução de músicas em uma espécie de estação de rádio feita para você. Ela é chamada “Mixtape” e também funciona offline, se você tiver baixado algumas faixas para o seu smartphone.

Tirando proveito de toda a expertise do Google em buscas online, o YouTube Music consegue oferecer uma ferramenta de pesquisa de músicas que pode acertar os resultados mesmo quando o usuário escreve errado o nome do artista ou da música. O exemplo usado pela empresa, em uma apresentação oficial antecipada para jornalistas em São Paulo, foi o da cantora Anitta. O aplicativo conseguiu encontrar suas músicas mesmo quando escrito como se pronuncia no exterior (“Anira”).

O YouTube Music chega também com um plano família, que permite até seis contas simultâneas da mesma família (crianças precisam ter a partir de 13 anos de idade para usá-las, e custa 25,50 ao mês. Aos poucos, o aplicativo vai substituir o Play Music, até agora, único produto do Google que rivalizava com o Spotify e Deezer no mercado brasileiro.

YouTube Premium

A plataforma de vídeos YouTube também ganha uma versão paga a partir de hoje. Sem anúncios, com a possibilidade de reproduzir vídeos em segundo plano e também de fazer downloads, o serviço custa 20,90 reais no plano individual e 31,90 reais no família. Essa mensalidade já engloba o acesso ao YouTube Premium.

Modelo de negócios

Perguntada sobre uma mudança do modelo de negócios do YouTube da publicidade para as assinaturas, a empresa respondeu que isso deve variar de acordo com cada mercado. Nos Estados Unidos, por exemplo, o número de assinantes da versão paga já é alto. No Brasil, a empresa ainda precisa sentir a resposta dos consumidores.

 

Fonte: Exame | Foto: Lucas Agrela

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