Catarinenses procuram energia solar como alternativa para tentar diminuir valor da conta da luz

A energia solar está se tornando uma alternativa para os catarinenses na tentativa de diminuir a conta da luz, inclusive a residencial. Atualmente, 3 mil casas e empresas do estado têm as placas que fazem a transformação para a energia elétrica. O número representa 1% das 3 milhões de unidades consumidoras, mas o setor vem crescendo em mil unidades por ano.

Preparação

As placas para captar a energia solar, chamadas de painéis fotovoltaicos, transformam a luz do sol em eletricidade. As Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc) estão cientes do crescimento desse mercado no estado.

“A tendência é de dobrar a cada ano, triplicar nos próximos anos, enfim, de ter um crescimento exponencial a ponto de atingirmos um número muito maior do que temos agora e estamos nos preparando para isso”, afirmou o chefe de divisão da Celesc, Thiago Jeremias.

A preparação da Celesc envolve um sistema complexo, em que quem tem o painel de fato tem uma usina em casa. Por exemplo, em uma residência onde só more um casal, o consumo de energia não é tão alto assim.

De dia, se o sol estiver forte, as placas produzem mais energia do que o casal consome. Aquilo que sobra entra na rede da Celesc, abastece outros consumidores e vira um crédito.

Outros imóveis

Além de casas, outros tipos de imóveis também aderem às placas. É o caso do campus de Biguaçu, na Grande Florianópolis, da Universidade do Vale do Itajaí (Univali). Ao custo de mais de R$ 2 milhões, a instituição instalou quase 600 placas.

“Este investimento nós mensuramos em tê-lo de volta para os nossos cofres em três anos e dois meses, três anos e três meses. A vida útil do sistema é de pelo menos 25 anos”, afirmou o gerente administrativo da Univali, Pedro Joaquim Cardoso Júnior.

Além da economia na conta de luz, a energia solar também é uma energia limpa, melhor para o meio ambiente.

 

Fonte: Portal G1 | Foto: Reprodução/NSC

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